Em Formoso do Araguaia, Polícia Civil participa da ação Cuidando da Mulher Indígena

O evento é realizado pela Secretaria da Mulher do Estado e conta com parcerias de vários entes federativos

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Polícia Civil está presente em evento sobre proteção da mulher indígena Crédito -foto -DICOM SSP TO

 A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 84ª Delegacia de Formoso do Araguaia, está participando do projeto Cuidando da Mulher Indígena, que está sendo realizado nesta terça e quarta-feira, dias 28 e 29, na Aldeia Txuiri, naquele município.

 

O evento é realizado pela Secretaria de Estado da Mulher, através da Rede de Proteção a Mulher e parceiros, e tem por objetivo prestar atendimento integral à mulher indígena, oferecendo serviços de orientações sobre direitos, bem como disponibilizando canais de denúncia, dentre outros serviços de grande interesse do público participante.

 

Também estão previstas ações lúdicas, voltadas à promoção dos direitos da mulher indígena, prevenção à violência, e o fortalecimento das mulheres e de toda comunidade indígina. Dessa forma, a Polícia Civil do Tocantins, juntamente com outros órgãos que integram a Rede de Proteção à Mulher, é parceira na execução de palestras de conscientização sobre violência doméstica e as implicações legais que esse tipo de crime resulta.

 

 A equipe da PCTO, formada por oficiais investigadores da 84ª DP e liderada pelo delegado Victor Ulhoa, está presente no evento, reforçando a presença da instituição na defesa dos direitos das mulheres indígenas e ampliando o relacionamento com a sociedade, através de ações concretas voltadas à proteção da mulher indígena.

 

O delegado Victor Ulhoa destacou a importância do evento e ressaltou que a participação da Polícia Civil, como integrante da Rede de Proteção à Mulher Indígena, na ação é motivo de alegria e satisfação, pois esclarecer direitos é sempre necessário e aproxima a população da instituição. “Somos parceiros nessa ação que visa fortalecer os direitos da mulher indígena. Desse modo, estamos realizando palestras de conscientização e esclarecendo sobre direitos fundamentais que visam oferecer mais dignidade e segurança às mulheres indígenas”, frisou a autoridade policial.

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