Últimos dias para inscrições gratuitas nas Oficinas de Cerâmica da Associação de Artes de Gurupi

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E a Oficina de Cerâmica com Lucirez Amaral, as inscrições podem ser feitas via on-line no link https://abre.ai/s2Vw ou no Centro Cultural Mauro Cunha, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h até o próximo dia 01 de outubro de 2026.

GURUPI-TO – As inscrições gratuitas para as duas oficinas de cerâmica que a Associação de Artes de Gurupi (AAG) está oferecendo por meio do projeto Ateliê Coletivo de Cerâmica, estão nos últimos dias. A Oficina de Cerâmica com Emerson Filho, inscreve até o dia 30 de setembro no Centro Cultural Mauro Cunha das 8h às 14h e no link https://abre.ai/taXU.

E a Oficina de Cerâmica com Lucirez Amaral, as inscrições podem ser feitas via on-line no link https://abre.ai/s2Vw ou no Centro Cultural Mauro Cunha, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h até o próximo dia 01 de outubro de 2026. Projeto aprovado no EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº I/2026 SELEÇÃO DE PROJETOS PARA FIRMAR TERMO DE EXECUÇÃO CULTURAL COM RECURSOS DA POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC DE FOMENTO À CULTURA – PNAB (LEI Nº14.399/2022), da Prefeitura de Gurupi, via Secretaria de Cultura e Turismo. Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (63) 9 9259-8951.

A primeira Oficina de Cerâmica será ministrada pelo atual presidente da AAG e artista visual, Emerson Leitão Filho e acontecerá no Centro Cultural Mauro Cunha, situado na Avenida Maranhão entre as ruas 2 e 3, centro, entre os dias 30 de setembro e 04 de novembro nos seguintes dias e horários: segunda-feira – 19h às 21h30; quarta-feira – 19h às 21h30 e sábado – 15h às 17h30, com carga horária de 40 horas. As vagas são limitadas.

A segunda Oficina de Cerâmica será ministrada pela Presidente de Honra da AAG e artista visual, Lucirez Amaral, que está como coordenadora do Projeto e acontecerá na sede da Associação dos Professores Universitários de Gurui (APUG), que fica na Rua 09, nº 168, centro, (próximo ao Ginásio de Esportes), Gurupi (TO). E será realizada entre os dias 01 de outubro e 06 de novembro de 2026 nos seguintes dias: segunda-feira, quinta-feira e sexta-feira, sempre das 14h30 às 17h com carga horária de 40 horas. As vagas também são limitadas.

Ficha técnica

Emerson Leitão Filho – proponente responsável, artista visual e presidente da AAG; Francisco de Sousa Pereira – assessor de imprensa; Lucirez Maria Leitão do Amaral – coordenadora.

Associação de Artes de Gurupi (AAG)

A Associação de Artes de Gurupi (AAG) nasce no seio de um movimento cultural pulsante que remonta à década de 1970, período em que o município já se destacava por suas manifestações artísticas, como os desfiles de Carnaval e festivais de música. Esse cenário se fortalece no início dos anos 1980, especialmente com a realização das Semanas Culturais e do 1º Festival de Artes de Gurupi, em 1981, marco que evidenciou a potência criativa da cidade e mobilizou artistas de diversas linguagens. É nesse contexto que, em 14 de outubro de 1982, surge a então Associação Independente de Arte Amadora de Gurupi (AIAAG), hoje Associação de Artes de Gurupi (AAG), fundada por grupos de teatro locais e lideranças culturais comprometidas com a organização, valorização e continuidade da produção artística no Município. Desde sua origem, a Associação se caracteriza por seu caráter agregador, reunindo diferentes “tribos” artísticas — teatro, música, dança, literatura, artes visuais e artesanato — em um mesmo espaço de criação, troca e articulação cultural. Ao longo de sua trajetória, a AAG esteve à frente de importantes iniciativas que marcaram a história cultural de Gurupi e da região, como as Semanas Culturais, as Quartas Culturais, o Festival Estudantil da Canção (FESC) e o Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada. Essas ações não apenas promoveram a produção artística local, mas também projetaram Gurupi para além de seus limites, estabelecendo intercâmbios culturais com outras regiões e estados. Um dos símbolos mais significativos dessa trajetória foi a criação do “Quilombo das Artes”, espaço que acolheu artistas de diferentes origens e linguagens, funcionando como verdadeiro território de resistência, formação e efervescência cultural. Nesse ambiente, consolidaram-se grupos, projetos e iniciativas que contribuíram diretamente para o fortalecimento da identidade artística local. A atuação da AAG também se destaca pela sua dimensão política e mobilizadora, protagonizando movimentos em defesa da cultura, como a luta pela criação do Centro Cultural Mauro Cunha. Essa mobilização resultou em importantes conquistas, como a implantação de equipamentos culturais e o fortalecimento de instituições que hoje estruturam o cenário cultural de Gurupi. Mesmo diante de períodos de instabilidade e descontinuidade das políticas culturais, a Associação manteve-se ativa, reafirmando seu compromisso com a arte e com a comunidade. Essa capacidade de resistência ao longo do tempo consolida a AAG como uma das principais referências culturais do Município, responsável por preservar, impulsionar e renovar as práticas artísticas locais. Assim, a Associação de Artes de Gurupi se configura como uma entidade plural, histórica e resiliente, que segue atuando como espaço de encontro, formação e produção, mantendo viva a cultura gurupiense e garantindo sua continuidade para as novas gerações.

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