Miguel do Cajueiro (UVT) e Terciliano Gomes (Uvet) falam à imprensa sobre os próximos passos das duas entidades

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O presidente da União dos Vereadores do Tocantins, Terciliano Gomes (PSD, Araguaína) e o Miguel do Cajueiro (UB, Araguatins)) presidente da recém criada União dos Vereadores Tocantinenses (UVT), conversaram com a imprensa (Portal CT) sobre a ruptura nas eleições que levou a criação da UVT e o Tocantins passa ter duas entidades que defendem os vereadores do Estado.

Terciliano Gomes da Uvet destacou que a sua entidade mantém dentro da normalidade os atendimentos que faz aos parlamentares municipais e o cronograma da eleição, que está prevista para o dia 5 de maio. Apesar da outra chapa ter anunciado na segunda-feira, 17, a criação da União dos Vereadores Tocantinenses (UVT), Terciliano disse ainda não ter sido informado pela comissão eleitoral da desistência da chapa de oposição, encabeçada pelo então candidato a presidente Miguel do Cajueiro.  Sobre o voto online, o presidente insistiu, que nem todas as câmaras têm recurso para pagar diárias para vereador vir a Palmas votar e que o modelo remoto é seguro, confiável e garante, democraticamente, os votos de todos os filiados. O candidato de situação é vereador de Araguaína Enoque Neto (Republicanos).

Para Terciliano, a criação da nova entidade – a UVT – se deve ao fato de a oposição “saber que vai perder a eleição e que Enoque tem os votos de 75% dos vereadores

Miguel do Cajueiro, da UVT voltou a reforçar que a reunião da segunda-feira (17) contou, sim, com mais de 50 presidentes de câmara. E avisou que vai trabalhar para trazer as 139 para União dos Vereadores Tocantinenses (UVT). O presidente da nova entidade disse que já abriu conversação com o governo do Estado – quer estar com o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) nos próximos dias – e com as bancadas estadual e federal. O presidente citou deputados como Alexandre Guimarães (Republicanos), Olyntho Neto (Republicanos), Fabion Gomes (PL), Eduardo Mantoan (PSDB) e outros.

FALTOU TRANSPARENCIA NA ELEIÇÃO

O presidente da UVT defendeu que a criação da nova entidade foi o caminho escolhido por conta “da falta de transparência e de lisura” da atual gestão da Uvet. “Na canetada, Terciliano queria eleger o Enoque como xerife, mas continuar mandando na entidade”, atacou. Para Cajueiro, a atual direção não convocou a eleição dentro do prazo legal de 180 a 30 dias antes do fim do mandato. Segundo ele, ocorreu apenas dois dias antes do fim do mandato do atual presidente. Ninguém de nossa chapa tinha acesso à lista de vereadores aptos a votar e que “todos discordam” da votação online escolhida por Terciliano e defendem o voto presencial.

UVT É NOVA ENTIDADE

Cajueiro explicou ainda, que ele e seus vereadores não estão retomando a antiga União dos Vereadores do Tocantins (UVT), mas que criaram outra entidade, com novo CNPJ, a União dos Vereadores Tocantinenses (UVT). Porém, admitiu que pretende quitar os débitos da antiga UVT e unificar as duas numa só entidade. Seria interessante, defende o presidente, porque a velha união conta com um patrimônio de R$ 2 milhões, que poderiam ser utilizados para a construção de sede.

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